sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Maurits Cornelis Esher


Sketchbook, esferográfica sobre papel
"Relatividade", 1953 | MC ESHER * "Cascata", 1961 | MC ESHER

Maurits Cornelis Escher (1898-1972) is one of the world's most famous graphic artists.
He is most famous for his so-called impossible constructions, such as Ascending and Descending, Relativity, his Transformation Prints, such as Metamorphosis I, Metamorphosis II and Metamorphosis III, Sky & Water I or Reptiles.

Apart from being a graphic artist, M.C. Escher illustrated books, designed tapestries, postage stamps and murals. He was born in Leeuwarden, the Netherlands, as the fourth and youngest son of a civil engineer. After 5 years the family moved to Arnhem where Escher spent most of his youth. After failing his high school exams, Maurits ultimately was enrolled in the School for Architecture and Decorative Arts in Haarlem.

Veduta dell Arco di Tito | Gian Batista Piranesi

Sketchbook, esferográfica sobre papel

VEDUTA DELL'ARCO DI TITO. - [1756-57].
Veduta, (em italiano: "vista"), pintura detalhada, desenho ou gravura que descreve uma cidade ou lugar. A primeira veduta provavelmente foi pintado por artistas do norte da Europa que trabalharam na Itália, como Paul Brill (1554-1626), um paisagista da Flandres que produziu uma série de vistas marinhas e cenas de Roma que foram comprados pelos visitantes.

Gian Batista Piranesi
Giovanni Battista Piranesi nasceu perto de Veneza, em 1720 e morreu em Roma em 1778. Foi arquitecto, arqueólogo, teórico, decorador de interiores, designer de mobiliário e, para além de ter inovado a veduta até ultrapassar o próprio género, é um dos maiores expoentes da Gravura europeia. A sua abordagem da Antiguidade, em termos estéticos e teóricos, teve uma imediata e duradoura influência no Neo-classicismo em toda a Europa e o seu génio criativo perpassou o século XIX, foi retomado pelo Surrealismo e perdura até à actualidade (http://purl.pt/369/1/ficha-obra-piranesi.html)

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Vitória de Samotrácia | 190 a.c. | Museu do Louvre

Criada por volta de 190 a.C, tem pouco mais de 3 metros de altura. Já do período helenístico, é a representação da deusa grega Nike e atualmente está em lugar de destaque numa escadaria do Museu do Louvre, em Paris.

Descoberta por Charles Champoiseau, arqueologista francês em 1863 nas ruínas do Santuário dos Grandes Deuses na ilha grega de Samotrácia. 

Com um excelente trabalho de drapeados, representa a forma de mulher alada que figurava na proa de um navio de guerra.

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Portal de Ishtar | Rei Nabucodonosor


Construído por volta de 575 a.C. a mando do rei Nabucodonosor II de Babilônia, o Portal de Ishtar tornou-se a principal entrada da cidade e foi dedicado à deusa acádia Ishtar, que representa a fertilidade.

Considerada uma das mais importantes obras arquitetônicas empreendidas por Nabucodonosor (que também ordenou a construção da Torre de Babel e os Jardins Suspensos), o Portal de Ishtar tinha um longo corredor adornado com azulejos azuis brilhantes, cobertos por dragões dourados e leões em tijolos com vidro. Com duplos portões na entrada, o portal abrigava uma vasta antecâmara, com tecto e vidros de cedro.

A riqueza nos detalhes artísticos elevaram o Portal de Ishtar ao status de uma das maiores maravilhas do Mundo Antigo. Era um dos oito portões que constituíam a beleza arquitetônica da Babilônia.

Nas festas de fim de ano, os mesopotâmicos costumavam trazer estátuas dos deuses que veneravam (por serem politeístas) e realizavam procissões por todo o trajeto do portal.

Em Berlim, há uma reconstrução do Portal de Ishtar graças ao material encontrado nas escavações do arqueólogo Robert Koldewey, entre 1902 e 1914. Na secção Museu do Antigo Oriente Próximo, do Museu Pergamon de Berlim, há uma réplica do portal com base nas informações coletadas por Koldewey.

Cerâmica Grega | Estilo geométrico

A cerâmica grega era uma mercadoria de primeira necessidade pelas múltiplas funções que possuía (uso doméstico, artesanal e comércio, apoio às cerimónias religiosas e fúnebres). O seu estudo é, entre o de todas as outras artes gregas, aquele que melhor documenta a evolução da arte plástica grega e também a evolução social, cultural e política da História da Grécia.

Vaso Dipylon, século VIII a.c.. Representação de procissão de enterro. Carpideiras de braços erguidos, câmara ardente, guerreiros e carros são algumas das representações presentes. Vaso de grandes proporções para depositar as cinzas do defunto.









Em baixo, pormenor de vaso, representando um Naufrágio. Estilo Geométrico, 800 a.c..

















terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Mobiliário no Egipto | Exemplos



No Antigo Egipto, o simples facto de ter móveis era um indicador de um nível cultural superior ao da mera subsistência. Em cerca de de 3100 a.C. já tinham sido inventados a cama, a cadeira e o banco, a mesa e a arca.
Essas armações vão das mais simples, constituídas por pernas e partes laterais unidas por meio de correias, a camas feitas de quatro peças de madeira encaixada em trabalhosos ângulos. 

Os encaixes eram simples:
Camas de partes laterais e cabeceiras encaixadas por meio de juntas perfeitas de espiga, de pernas em forma de pata de touro, encaixadas na armação da cama e fixas com correias, apresentando os lados da armação fendas por onde passavam as correias que formavam o fundo da cama.


Arte Suméria | Deus Tamuz


Estátua com aplicações em ouro, representando o deus Tamuz.

O deus Tamuz era a deidade por quem mulheres hebraicas apóstatas foram vistas chorando, em Jerusalém, no sexto ano do exílio do profeta Ezequiel (612 AEC).

Nos textos sumerianos, Tamuz é chamado de Dumúzi e é identificado como o consorte ou amante da deusa da fertilidade Nana (babilônia Istar). Tem-se sugerido que Tamuz originalmente era um rei que foi deificado após a sua morte. Textos sumerianos, que se crê serem do século 18 AEC, mostram que os reis da Suméria eram identificados com Dumúzi.




A respeito da identificação de Tamuz, D. Wolkstein e S. N. Kramer observaram: “Havia um bom número de ‘deuses que morriam’ na antiga Suméria, mas o mais bem-conhecido é Dumúzi, o bíblico Tamuz, por quem as mulheres de Jerusalém ainda pranteavam nos dias do profeta Ezequiel. Originalmente, o deus Dumúzi era um mortal governante sumeriano, cuja vida e morte causara profunda impressão nos pensadores e mitógrafos sumerianos.” (Inanna, Queen of Heaven and Earth [Nana, Rainha do Céu e da Terra], Nova Iorque, 1983, p. 124) Em adição, O. R. Gurney escreveu: “Dumúzi era originalmente um homem, um rei de Ereque . . . A natureza humana de Dumúzi é, além do mais, confirmada pela passagem mitológica em que ele diz a Nana: ‘Vou conduzir-te à casa do meu deus.’ Esta não é a maneira de um deus falar.” — Journal of Semitic Studies (Revista de Estudos Semíticos), Vol. 7, 1962, pp. 150-152.